Má vontade, incompetência ou “é assim que é”?

Por Emidio Peres

​​O modelo de academia que mais cresce pelas terras tupiniquis é o de lowcoast, ou seja, você paga pouco e tem acesso aos equipamentos e faz o que quiser. Até aí, tudo bem, é um modelo de negócio e compra quem quiser.

Porém como todo espaço que lida com exercício físico é obrigatório que existam profissionais credenciados ao CREF (Conselho Regional de Educação Física) no ambiente para acompanhar, orientar, ministrar e/ou elaborar planejamento dos treinos de cada indivíduo.

Até entendo que em um espaço com 100 pessoas treinando ao mesmo tempo seja impossível que UM professor consiga dar a atenção necessária para 1/3 dos que ali estão, mas o que pensar quando você vê o “professor” rodando pela sala e ao passar ao lado de alunos que estão fazendo exercícios de forma COMPLETAMENTE errada e nada faz?

Infelizmente isso é uma prática comum e triste. No meu entender, enquanto profissional, é mais do que uma atribuição da função pela qual foi contratado mas uma OBRIGAÇÃO e um DEVER a correção e instrução do forma correta de se executar determinado exercício.

Cuidar de pessoas, é disso que se trata a Educação Física!

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